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Hoje é dia de brincar! Em 2014, eu e as seguidoras do Deewaneando no Twitter fizemos o primeiro Bolão Filmfare. A ideia era bem simples: aquela que acertasse o maior número de categorias sairia como vencedora. Se não me engano, as últimas vencedoras foram a Marcele Cristina e a Lorrayne Nascimento. Vamos fazer de novo?

As regras são bem simples:

1) Comente na caixa de comentários deste post com as suas apostas para cada categoria.

2) Comente na aba do Blogger e não na do Facebook, pois às vezes os comentários do Facebook desaparecem. Não tem problema se você não tiver conta do Google: é só comentar como anônimo e colocar seu nome no final, para eu saber de quem se trata.

3) Se houver uma pessoa correndo mais de uma vez na mesma categoria, seu acerto só será contabilizado se você acertar a pessoa e o filme. Por exemplo: Deepika em 2013 foi indicada por Chennai Express e Ram-Leela, ganhando pelo segundo. Você só acertaria caso votasse na Deepika em Ram-Leela.

4) Não é permitido trocar as apostas, porque vai dar trabalho. Então pense bem antes de votar!

5) As apostas serão feitas até amanhã, sexta-feira (15/01/2016) às 0:00. Logo depois já será a premiação.

Estes são os indicados. Faça sua aposta em cada categoria! As minhas estarão no primeiro comentário, para que vocês vejam como será. E que os jogos comecem!

Melhor Filme

Badlapur
Bajirao Mastani
Bajrangi Bhaijaan
Piku
Talvar
Tanu Weds Manu Returns

Melhor Diretor

Aanand L Rai - Tanu Weds Manu Returns
Kabir Khan - Bajrangi Bhaijaan
Meghna Gulzar - Talvar
Sanjay Leela Bhansali - Bajirao Mastani
Shoojit Sircar - Piku
Sriram Raghavan - Badlapur

Melhor Ator

Amitabh Bachchan - Piku
Ranbir Kapoor - Tamasha
Ranveer Singh - Bajirao Mastani
Salman Khan - Bajrangi Bhaijaan
Shah Rukh Khan - Dilwale
Varun Dhawan - Badlapur

Melhor Atriz
Anushka Sharma - NH10
Deepika Padukone - Bajirao Mastani
Deepika Padukone - Piku
Kajol - Dilwale
Kangana Ranaut - Tanu Weds Manu Returns
Sonam Kapoor - Dolly Ki Doli

Melhor Ator Coadjuvante

Anil Kapoor - Dil Dhadakne Do
Deepak Dobriyal - Tanu Weds Manu Returns
Jimmy Sheirgill - Tanu Weds Manu Returns
Nawazuddin Siddiqui - Badlapur
Sanjay Mishra - Masaan

Melhor Atriz Coadjuvante

Anushka Sharma - Dil Dhadakne Do
Huma Qureshi - Badlapur
Priyanka Chopra - Bajirao Mastani
Shefali Shah - Dil Dhadakne Do
Tabu - Drishyam
Tanvi Azmi - Bajirao Mastani

Melhor Trilha

Ankit Tiwari, Meet Bros. Anjjan and Amaal Mallik - Roy
Anupam Roy - Piku
AR Rahman - Tamasha
Pritam - Dilwale
Sanjay Leela Bhansali - Bajirao Mastani
Shankar-Ehsaan-Loy - Dil Dhadakne Do

Melhor Letra

Amitabh Bhattacharya - 'Gerua' (Dilwale)
Anvita Dutt - 'Gulabo' (Shaandaar)
Gulzar - 'Zinda' (Talvar)
Irshad Kamil - 'Agar Tum Saath Ho' (Tamasha)
Kumaar - 'Sooraj Dooba' (Roy)
Varun Grover - 'Moh Moh Ke Dhaage' (Dum Laga Ke Haisha)

Melhor Cantor

Ankit Tiwari - 'Tu Hai Ke Nahi' (Roy)
Arijit Singh - 'Gerua' (Dilwale)
Arijit Singh - 'Sooraj Dooba' (Roy)
Atif Aslam - 'Jeena Jeena' (Badlapur)
Papon - 'Moh Moh Ke Dhaage' (Dum Laga Ke Haisha)
Vishal Dadlani - 'Gulabo' (Shaandaar)

Melhor Cantora

Alka Yagnik - 'Agar Tum Saath Ho' (Tamasha)
Anusha Mani - 'Gulabo' (Shaandaar)
Monali Thakur - 'Moh Moh Ke Dhaage' (Dum Laga Ke Haisha)
Palak Mucchal - 'Prem Ratan Dhan Paayo' (Prem Ratan Dhan Payo)
Priya Saraiya - 'Sunn Sathiya' (ABCD 2)
Shreya Ghoshal - 'Deewani Mastani' (Bajirao Mastani)
Uma das maiores dificuldades dos atores da geração dos anos 90 tem sido conseguir se reinventarem para que as imagens que os consagraram não os aprisionem enquanto envelhecem. Shahrukh era o herói romântico, Kajol era a heroína agitada, Akshay era o herói de ação. Salman Khan conseguiu dar um grande passo em 2009 com Wanted, no qual inaugurou uma bem-sucedida carreira como herói de ação masala. O filme o recolocou no patamar de um dos atores mais lucrativos de Bollywood e desde então Salman tem feito filmes muito semelhantes, como Dabangg, Bodyguard, e Jai Ho. A expectativa de inovação em sua filmografia veio já nas primeiras imagens lançadas de Bajrangi Bhaijaan. Havia uma criança nas fotos e todo um ar de inocência, o que fez com que o público quisesse conhecer um herói diferente e a história que ele contaria. Parecia que finalmente teríamos um filme comercial importante com foco em algo além de romance ou pancadaria.


A jornada de Bajrangi Bhaijaan começa na casa da pequena Shahida (Harshali Malhotra), numa pequena aldeia paquistanesa. A menina é muda e sua mãe decide levá-la até a Índia para tentar tratá-la. Shahida se perde da mãe em outro país e encontra conforto perto de Bajrangi (Salman Khan), um hindu extremamente devoto ao deus Hanuman que a protege e cuida dela. O rapaz promete que levará a menina de volta para casa e sua família - mesmo que ela não consiga nem ao menos dizer a ele onde mora.

Bajrangi é um personagem inocente ao extremo. Vê o mundo em termos simplistas: sim e não, certo e errado, verdade e mentira, hindu e muçulmano. Recusa-se a mentir terminantemente, pois é devoto de Hanuman e ele não admite mentirosos. É feita a inversão das figuras do adulto e da criança, com Shahida assumindo a posição daquela que é boa e sensível, mas entende que às vezes é necessário mentir e quebrar as regras para evitar perigos maiores. A criança é muito mais perceptiva que Bajrangi e entende que sua inflexibilidade os afasta do seu objetivo – afinal, como será possível chegar ao Paquistão pedindo permissão aos policiais da fronteira? Shahida tenta proteger Bajrangi com sua inteligência, enquanto ele faz o mesmo por ela com sua força física. Os dois se complementam na busca do seu objetivo comum.

Apesar de ser posto no lugar da criança, Bajrangi não foi colocado como um herói puro e imaculado. Sua visão de mundo está manchada pelo preconceito religioso que o faz ter medo de até mesmo pisar em uma mesquita muçulmana. É Shahida – a quem ele chama de Munni, devido à incapacidade da menina de contar seu próprio nome – quem o faz enfrentar seu medo e lidar com muçulmanos. A grande cartada da história é deixar acontecer o amor entre ele e a menina antes da descoberta de sua religião. Conhecer a religião da menina de antemão não permitiria que um homem tão centrado em sua própria crença abrisse seu coração. Quando existe amor, todo o resto é secundário.

A abertura que o amor por Shahida lhe dá faz com que Bajrangi tenha a mesma posição com outras pessoas. Isto torna-se real de forma mais marcante com Chand Nawab (Nawazudin Siddiqui), um jornalista que inicialmente deseja um furo de reportagem, mas acaba se encantado pela dupla e os ajudando a chegar ao seu destino. Chand é responsável pela inserção do filme no mundo atual, do qual a cultura da internet é parte essencial do cotidiano. É graças a ele que Bajrangi Bhaijaan não parece um filme datado. E sua contribuição não fica por aí, porque isso é impossível quando se trata de Nawazuddin Siddiqui. Não há um filme deste homem ao qual eu não assista me prometendo gritar para o mundo que é o melhor ator da Índia atualmente, que humilha a atuação dos protagonistas e que nós deveríamos beijar seus pés por afastar a mediocridade do cinema indiano. São reações bastante histéricas, mas que acredito se justificarem ao vê-lo em ação. Sua performance como Chand Nawab é emocionante, convincente, irretocável. Entra na história muito depois de seu início e não apenas se integra rapidamente a ela, como faz com que cresça e fique melhor. Seria difícil imaginar que teria química com Salman Khan, mas ela existe e é divertido ver a interação do grandalhão bobão com o baixinho abusado. Nawaz fez cenas dramáticas, neutras e até de comédia com a mesma maestria – aliás, só comecei a rir quando ele entrou em cena. Qualquer elogio é insuficiente.



Rasika não conseguiu ter a mesma importância. A personagem de Kareena Kapoor representa apenas a cota de romance que todo filme comercial importante é obrigado a ter no cinema hindi. Suas funções são lembrar a Bajrangi da importância de amar Shahida independentemente de sua religião e participar das poucas cenas românticas. E ficou apenas nisso. Tenho notado nos últimos anos que Kareena tem a tendência a escolher alguns papéis apenas pela grandeza do filme e do herói principal do que pela contribuição da sua personagem para o enredo. Dada sua proeminência no cenário de Bollywood, chega a ser esquisito vê-la num papel tão inexpressivo, feito para uma principiante com necessidade de projeção.

Não precisei de muitos minutos ouvindo as primeiras canções para identificar que a trilha do filme foi composta por Pritam – provavelmente o produtor musical de que menos gosto em Bollywood. Sempre ouvi seus trabalhos como um bando de sons modernos misturados sem inspiração nenhuma. O filme já se inicia com a péssima Selfie Le Le Re e a coisa não melhora muito. O melhor momento é a fofíssima Chicken Kuk-Doo-Koo, na qual vemos Kareena e Salman imitando frangos para animar uma criança. Se isso não é inesperado, eu não saberia dizer o que é.


É desafiador quando o cinema comercial feito para as grandes massas toca em temas espinhosos como religião e rivalidade entre nações para falar sobre lições simples. O tema principal de Bajrangi Bhaijaan é o amor  que supera idade e crenças. Um homem suspende sua vida e chega até mesmo a prejudicá-la para ajudar a alguém sem receber nada em troca além do sorriso da criança. Em meio a tanto cinismo e problemas do cotidiano, é de aquecer o coração ver uma história de amor tão pura. Salman fez o melhor trabalho possível dentro de sua atuação limitada, Nawazuddin brilhou e a se Harshali não iniciou uma bela carreira no cinema indiano, no mínimo deixou sua marca na história - pois este filme será lembrado por muitos anos como uma das pérolas dos nossos tempos. A melhor palavra para descrever Bajrangi Bhaijaan é encantador, mas me atrevo a dizer que também é apaixonante. Ele enriquece seu dia e faz você querer ser uma pessoa melhor. Se tudo isto faz deste o texto mais brega que já escrevi, que seja. Vale a pena ter coração uma vez ou outra.

O fim de ano foi pouco movimentado nos sites de notícias, que estão recheados de retrospectivas e listas de melhores e piores do ano. Mas sempre há o que se encontrar! Hoje temos duas atrizes que se detestam, gente se recusando a beijar, divórcio ficando feio e ótimas promessas de novos filmes. Saiba tudo o que aconteceu em Bolly!

- Poderosa

O fim de ano costuma ter mais reflexões sobre o ano do que notícias nos portais de Bollywood. E seria impossível fazer um balanço do ano sem falar dela: Deepika Padukone. Dominando público e crítica desde 2013, Deeps teve mais um ano fantástico. Em 2015 teve três sucessos aclamados por público e crítica: Piku, Tamasha e Bajirao Mastani. Deepika também foi a única mulher a aparecer entre as 10 primeiras posições da lista da Forbes India das 100 celebridades mais ricas. Todo o poder à Padukone!

Fonte: City Times.

- Detetivões

Quem já leu Te Dou Um Dado nesta vida sabe brincar disso. Saem muitos "enigmas" nas páginas de fofocas de Bollywood. Geralmente são fofocas em que nomes não são ditos, então cabe ao público descobrir. Não tenho o costume de trazê-los porque não arrisco dizer quem são as pessoas, mas esse aqui foi mais mole que gelatina:

"Elas são facilmente as atrizes no topo de Bollywood e grandes competidoras aos troféus de Melhor Atriz deste ano. Todos dentro da indústria sabem que uma não gosta da outra, é por isto que não surpreendeu ninguém quando uma das duas atrizes sobre quem estamos falando chamou a outra de 'insegura'. Por que ela faria isso? Bem, a razão é que durante o lançamento de seu último filme (que não foi bem nas bilheterias), sua rival fez de tudo para ficar com a atenção da mídia. Muitas histórias sobre sua dita rivalidade surgiram na imprensa sem base nenhuma. Agora que sua rival teve um enorme lançamento em dezembro, esta atriz poderia ter plantado histórias ou também feito várias aparições na imprensa, mas ela escolheu não fazê-lo. Ela está ocupada gravando um filme histórico de guerra com um diretor aclamado pela crítica e duas superestrelas, e acredita que não precisa criar histórias sobre sua vida, como sua rival fez, chamando isso de um grito inseguro por atenção. Esta atriz não deixou de mencionar que tem 4 grandes lançamentos para 2016 enquanto sua rival não tem nenhum!"

Último filme fracassado = Katti Batti
Enorme lançamento em dezembro = Bajirao Mastani
Filme histórico de guerra = Rangoon
Diretor aclamado = Vishal Bhardwaj
Duas superstrelas = Shahid Kapoor e Saif Ali Khan
4 grandes lançamentos = não faço ideia

Quem são as duas mocinhas que se detestam? Kangana e Deepika. A insegura que planta histórias seria a Deeps, que tem uma assessoria de imprensa insuportavelmente louca.



Fonte: Miss Malini.

- Jai ho

Todo fã de cinema indiano já ouviu a pergunta "Você já viu Quem Quer Ser um Milionário?". Todos já vimos e agora teremos a oportunidade de ver mais um pouco de Ayush Mahesh Khedekar, que interpretou o pequeno Jamal no filme. Hoje ele tem 15 anos e em breve estará no filme Jai Gangaajal, no qual Priyanka Chopra faz uma policial.





Fonte: Mumbai Mirror.

- Sem intimidade

O próximo lançamento do diretor Karan Johar será o romance Ae Dil Hai Mushkil, estrelado por Aishwarya Rai, Anushka Sharma e Ranbir Kapoor. Parece que o roteiro incluía uma cena de beijo entre Ranbir e Aishwarya, a mulher mais velha por quem ele se apaixona na história. Aish pediu para o diretor retirar esta cena. Karan prontamente a atendeu e no filme haverá apenas a insinuação do beijo entre os dois.

Fonte: Hindustan Times.

- Fã


Todos estamos ansiosos para o próximo lançamento de Shahrukh Khan. Fan contará a história de Gaurav, um fã muito parecido com o ator Aryan Khanna. Ambos serão interpretados por Shahrukh, que descreveu a experiência como "muito interessante e esquizofrênica". Sobre interpretar um jovem de 24 anos, ele falou:

"Fisicamente, foi extremamente desafiador ter 24 anos. Colocar as próteses levou cerca de 4 horas...o cara é um sósia de alguém que ele ama. A história dele é muito parecida com a minha. Ele segue a estrela já que sente que como é de Délhi, também pode ser como seu ídolo algum dia. Mas a história é diferente...capturar tudo aquilo foi muito interessante e esquizofrênico. Apenas espero que eu tenha feito bem."


SRK também falou sobre seu outro papel, o ator Aryan Khanna:

"Na verdade ele é muito quieto, diferente da extravagância que você vê de mim saindo no meu aniversário e acenando para milhares de pessoas. Eu não faço o mesmo neste filme. Nós nunca mostramos o ator filmando. Nunca mostramos a extravagância dele. Isto é muito diferente. Isto mesmo talvez esteja muito internalizado porque talvez seja como eu sou em casa, muito normal e comum."

Fan tem direção de Maneesh Sharma (Band Baaja Baaraat, Ladies vs Ricky Bahl) e estreará em 15 de abril. Trará a modelo estreante Waluscha de Sousa como protagonista.




Fonte: Hindustan Times.

- Firmes e fortes

Após os boatos sobre o término do namoro, Ranbir e Katrina mostraram que isso está longe de acontecer. Os dois são discretos e raramente aparecem em público, mas tiraram uma foto juntos na tradicional festa de Natal de Shashi Kapoor, tio de Ranbir. E esta também foi a primeira vez que Katrina apareceu numa foto com o clã Kapoor. Sinto cada vez mais o cheiro de casamento...



Fonte: Miss Malini.

- Divórcio

As atualizações sobre o divórcio de Karisma Kapoor e Sanjay Kapur só pioram. A última notícia é a de que Sanjay entrou com um pedido pela guarda dos dois filhos do casal., Kiaan e Sameira. Que tudo isso se resolva sem que as crianças saiam feridas demais.



Fonte: Miss Malini.

- Vem aí


Saiu o primeiro pôster de Fitoor, aquele filme da Katrina Kaif e do Aditya Roy Kapoor que estava cheio de problemas nas gravações. Não sei sobre o filme, mas o pôster é lindo! Fitoor estreia dia 4 de janeiro.


Fonte: Miss Malini.


- Padrão Bachchan de qualidade

Outra pessoa que tem colhido os louros do excelente desempenho de Bajirao Mastani é Priyanka Chopra. Sua personagem Kashibhai tem sido apontada por muitos como a melhor coisa do filme. Há uma tradição conhecida em Bollywood: quando Amitabh Bachchan gosta do desempenho de alguém, o artista recebe um bilhete escrito à mão pelo próprio Amit. Esses bilhetes são muito apreciados pela mãe de Priya:

"Nós todos recebemos elogios do Sr. Bachchan. Sempre que ele vê melhores atuações, envia recados escritos à mão. Minha mãe os coleciona, já que é uma enorme fã do Sr. Bachchan. Ela não consegue falar quando está na frente dele. Ela julga minhas atuações de acordo com os bilhetes do Sr. Bachchan. Eu disse a ele: se você não me enviar uma carta sempre, minha mãe vai pensar que atuei mal."

Fonte: DNA India.

- Sucesso e reconhecimento

Ranveer Singh é o assunto do momento em Bollywood graças à sua aclamada atuação em Bajirao Mastani, que é considera a melhor de sua carreira. Tem sido dito que agora ele está no mesmo nível de importância dos Khans, mas ele não concorda:

"Não acredito no sistema de classificação. Eles são os titãs da indústria. Vamos encarar - eles são o nervo central do nosso ecossistema. Estou feliz que os especialistas comerciais achem isso; acho que é uma coisa positiva. Mas para mim, como uma pessoa criativa, o mais importante é o poder de fazer escolhas corajosas. Há certos assuntos que eu gostaria de retratar no cinema comercial e eu posso fazer essas escolhas apenas se for percebido como um herói financiável que pode sustentar grandes projetos. Isto ficou estabelecido após Bajirao Mastani. Estou com um senso de empoderamento agora após receber o retorno dos produtores, que estão me oferecendo filmes, e dos especialistas comerciais. Estou feliz por agora poder fazer filmes que me excitam sem nenhuma inibição."



Ranveer refletiu sobre o excelente 2015 que teve:

"A maior coisa não é apenas Bajirao Mastani; Dil Dhadakne Do também lançou este ano. Os atores que acho mais inspiradores são aqueles que são versáteis. Eu sempre quis ser um ator versátil.  Em parte, experimentei essa versatilidade em 2013 com Lootera e Goliyon Ki Rasleela Ram-Leela. Este ano, ficou mais pronunciada. Espero poder mostrar aos diretores essa extensão no meu repertório."

Seu próximo lançamento será com o diretor Aditya Chopra, de sucessos como Dilwale Dulhania Le Jayenge e Rab Ne Bana Di Jodi.

"Até agora, ele só trabalhou com Shahrukh Khan e agora ele me escalou. É uma coisa grande. Eu devo minha carreira a ele. Quando ele me lançou, ninguém tinha fé em mim. O novo filme é exatamente o que médico mandou - um romance leve após uma história de amor intensa (sorri)."


Fonte: Hindustan Times.

Até a próxima coluna!
Quem gosta de passar horas no Youtube sabe muito bem o tempo que se pode perder ali. Eu tinha mania de passar as madrugas no site, pulando de um clipe de filme antigo para o outro. Adorava conhecer artistas novos e adicionar músicas desconhecidas à minha playlist. Uma daquelas madrugadas me apresentou à uma música que até hoje me encanta, Yeh Parda Hata Do.

As cores ♥

Fã de cores, ambientes naturais e heroínas vestidas como moça da aldeia que sou, minha reação imediata foi um simples e puro desespero para assistir a Ek Phool Do Mali. Durante anos sofri encontrando ora arquivo sem legenda, ora legenda sem arquivo. Até que recentemente as pessoas passaram a colocar filmes antigos de Bollywood no Youtube e minha vida mudou. Lá estavam todos os filmes que eu queria ver! 

Ek Phool Do Mali tem um dos títulos mais doces e autoexplicativos do cinema. O significado é "uma flor, dois jardineiros". Um clássico triângulo amoroso dos anos 60, com poucas surpresas. A heroína é Somma (Sadhana), uma geniosa moça pobre que trabalha num pomar de maçãs com sua mãe. O pomar é propriedade de Kailash Nath (Balraj Sahni), um bondoso e rico viúvo que também é proprietário de uma escola de alpinismo. Nela estuda o jovem Amar (Sanjay Khan), com quem Somma inicialmente briga muito, mas obviamente acaba se apaixonando. Os dois noivam e tudo parece que vai dar certo, quando uma tragédia os separa e Somma é deixada grávida. O viúvo Kailash oferece dar seu nome ao filho de Somma e criá-lo com todo o amor. O mundo de todos cai quando o pai do menino volta seis anos depois.



Filmes dos anos 60 costumavam dedicar grande parte de sua primeira metade ao romance principal. Ek Phool Do Mali não foge à regra e traz mais uma versão da famoso romance entre gata e rato. O tom que Sadhana dá à personagem é irritante e infantil. A voz estridente não facilitou a tentativa de gostar de uma personagem mimada, que emprega a maior parte de seu tempo pregando peças em Amar e transformando a vida do rapaz num inferno. É a famosa heroína espevitada e travessa, um tipo arriscado. O risco não está só no fato de ser difícil gostar de alguém assim, como também na dificuldade de fazer a transição dessa heroína para o estado de jovem apaixonada. Esta passagem foi feita de forma abrupta e nada convincente. Em um momento havia jovialidade e travessura e no seguinte havia uma pessoa apaixonada e dramática. Como qualquer coisa colorida acaba com meu senso crítico, mesmo essa tonelada de problemas não me impediu de admirar a Sadhana em versão moça da aldeia.



Sanjay Khan é um herói eficiente, mas nada marcante. Sua participação no filme ganha peso quando volta após anos dado como morto. Desenvolve um enorme carinho pelo pequeno Bobby sem imaginar que seja seu filho. É o retorno a um tema frequente nos filmes antigos: o de que os laços de sangue falam mais alto mesmo quando não se tem consciência de sua existência. Sua interação com o menino é meiga e forma-se entre eles uma amizade genuína. Pessoalmente, gosto de histórias em que os adultos interagem bem com as crianças e gastam seu tempo com elas.

Quando Amar desaparece e Somma aceita a proposta de casamento de Kailash Nath, a personagem deixa claro que eles jamais terão uma relação amorosa e que o marido jamais irá tocá-la. Este é outro artifício muito usado em filmes antigos para quando há separação entre o casal principal. Para que a heroína não seja tocada por outro homem e seja conservada a sua pureza para o único homem que amou, ela faz um acordo com o novo marido. Desta forma, é mantida sua fidelidade a um único homem. Será que Amar aceitaria Somma se ela tivesse dormido com outro? Duvido muito. Não é digno que a mulher tenha a possibilidade de ser feliz novamente.

Nunca temos heróis alpinistas, merecemos uma foto.

Inesperadamente, o grande protagonista da história acaba sendo o pobre Kailash Nath. Tendo perdido sua esposa e seu filho há anos, o amor que dedica ao novo filho é comovente e desesperado. Somma praticamente desaparece na segunda parte do filme, dando espaço à batalha entre o viúvo e o pai biológico pelo amor do menino. Kailash Nath é um péssimo pai, que mima o menino de todas as formas possíveis, desautoriza a mãe na frente dele e tenta comprar seu amor com brinquedos. Por alguma razão isso era visto como prova de amor parental em filmes dos anos 60. A disputa dos dois homens adultos pelo amor daquela criança mimada chegou a um nível de drama e histrionismo tão grande que só me restou a saída de sempre: rir. O interessante foi que o título nos faria pensar que a flor disputada pelos jardineiros seria a Somma, mas na verdade é a criança. Ambos estão lutando pelo direito de cuidarem dele e o amarem. Como um jardineiro em seu próprio jardim.


Não se engane pela carinha fofa. Essa criança é insuportável.

Para não dizer que faltou comédia, há um núcleo cômico desnecessário. É encabeçado por Bahadur Singh (Brahmachari) e toda a família da jovem com quem deseja se casar. O núcleo é completamente destacado da história principal e suas sequências tomam um bom tempo de cena. Parecia um filme inserido dentro de outro e o resultado é estranheza por parte de quem assiste. Era uma colagem mal feita.

Yeh Parda Hata Do é o grande trunfo da trilha sonora, que não traz nada de muito mais interessante. Um outro destaque talvez seria um medley de várias canções antigas interpretado pelo núcleo cômico que acabei de destruir no parágrafo anterior. Também gosto da triste O Nanhe Se Farishte. É cantada durante a festa de aniversário de Bobby e é impossível não se comover com a voz de Mohammed Rafi em canções tristes.

Padrão Chapolin de efeitos especiais

Não tem nem o que eu possa dizer para salvar Ek Phool Do Mali. É um filme ruim, com um tom dramático acima do esperado e adultos extremamente disfuncionais fazendo uma bobagem atrás da outra. Um aspecto válido é que tem tantos estereótipos clássicos dos anos 60 que serve de aprendizado para quem se interessa por saber como eram os filmes daquela época. Minha motivação para escrever sobre essa bagunça foi homenagear a Sadhana, que eu tanto amo. Suportar filmes ruins é o que prova nosso amor por um artista e se não fosse por ela, esse drama de flor e jardineiros poderia ter sido bem pior.

Semana triste no reino bollywoodiano. Uma diva se foi, mas talvez uma nova vida chegue. Tem moça dificultando a vida estilosa de outras atrizes, polêmica paquistanesa e pele clareando. Saiba tudo o que aconteceu em Bolly!

- Rainha do estilo

Sonam Kapoor falou sobre o peso de ser tão estilosa. Segundo ela, uma atriz uma vez a abordou para dizer "Sonam, por que você fez isso? Sabe quanto dinheiro estou pagando ao meu estilista agora?". Sonam é sempre chamada de fashionista, mas prefere usar a palavra "estilosa" para se referir a si mesma, pois acredita que estilo é ser quem você é. Os cobiçados looks da atriz que revolucionou o guarda-roupa de Bollywood são montados por ela mesma e por sua irmã, Rhea Kapoor.



Fonte: DNA.

- Apenas inspiração

Com 2015 dando adeus, é hora de ver os pôsteres de filmes deste ano que são cópias de pôsteres estrangeiros. Mais uma vez - infelizmente - os exemplos não são poucos e nem desconhecidos.



Fonte: Bollywood Life

- And the Stardust goes to...

Foi dada a largada na temporada de premiações! Os prêmios principais do Stardust foram para: Deepika Padukone (Melhor atriz, por Piku), Amitabh Bachchan (Melhor Ator, por Shamitabh) e Bajrangi Bhaijaan (Melhor Diretor para Kabir Khan, Melhor Atuação Mirim para Harshali Malhotra e Melhor Filme). Aishwarya Rai também ganhou o estranho prêmio de "Atriz Poderosa do Ano". Será que veremos algo parecido no Filmfare?

Fonte:  The Express Tribune.

- Polemiquinha




A imagem acima causou alguma reação mais exaltada em você? Não? Então você não deve ser paquistanês. Ela foi publicada em um jornal do Paquistão e traz a atriz Nargis Fakhri (Rockstar) em um anúncio de celular. A imagem foi considerada provocativa por muitos leitores. A polêmica chegou ao Twitter, onde usuários chamaram a imagem de "obscena".

Fonte: The Telegraph.

- Polemicão

Rishi Kapoor não sabe segurar a língua mesmo. Ao ser questionado sobre o namoro de Ranbir e os boatos de que Katrina Kaif o chama de "papai", ele respondeu:

"Por que estou sempre sendo metido na vida pessoal dele? Certo, mas não sou do tipo que foge de perguntas. Pelo que sei, Katrina tem se comportado muito bem. Eu trabalhei com ela em Namaste London. Ela é linda e trabalhadora. Um jornal disse que ela me chamou de papai. Que bobagem, ela não ousaria ter essas liberdades comigo!"

No momento mais surpreendente da entrevista, Rishi contou que não aceitaria receber o prêmio Padmashiri agora, quando tantos artistas 25 anos mais novos que ele já o receberam. Mas ele ficaria honrado em receber o prêmio Dadasaheb Phalke, já que vários membros de sua família o receberam. E então veio a bomba que deixou até o jornalista boquiaberto:

"Eu mesmo estou trabalhando em direção a este objetivo. Eu gostaria de ser premiado puramente pelo meu trabalho e eu serei. Eu não vou me promover atrás de prêmios. Incidentalmente, não hesito em admitir que já fui impetuoso. Eu tive que comprar o prêmio Filmfare pela minha atuação em Bobby...por que você está me olhando assim? Isso não é confidencial."




Fontes: Masala, The Quint.

- A batalha continua

O confronto Dilwale X Bajirao Mastani está sendo confortavelmente vencido pelo blockbuster de Kajol e SRK. Dilwale está ganhando com folga a batalha por bilheteria na Índia, Estados Unidos. Reino Unido, Austrália, Paquistão, Emirados Árabes e Malásia. Mesmo com as críticas negativas a Dilwale, o resultado já era esperado pela força de seu casal principal. Entretanto, os produtores de Bajirao Mastani - elogiado por público e crítica - esperam que o filme dê a volta por cima no Reino Unido e na Austrália. A esperança existe porque apesar de Dilwale estar sendo muito visto, não está gerando a reação intensa de fãs que geralmente é vista após os lançamentos de SRK e Kajol.

Fonte: Forbes.

- Amizade

A mídia sempre insiste no mito de que duas atrizes não podem ser amigas, inclusive sempre partindo desse pressuposto ao fazer perguntas. Priyanka Chopra não aceita esse estereótipo e falou sobre como é fazer um filme estrelado por duas atrizes:

"Comparações vão acontecer. Aconteceram comigo durante toda a minha vida. Fiz muitos filmes com duas heroínas e apenas ignoro. Não é nada demais. Quando o filme ganha, todos ganham."

Ela falou sobre sua relação com Deepika Padukone, com quem estreou Bajirao Mastani. 

"Deepika e eu nos damos muito bem. Eu a conheço desde antes de ela se tornar atriz e para uma canção difícil como Pinga, ela foi a melhor parceira que eu poderia pedir."

"Minha carreira nunca dependeu do sucesso ou do fracasso de outras pessoas. Eu fiz minhas próprias escolhas e foi muito solitário para mim. Eu tenho amigos na indústria do cinema que foram maravilhosos e me apoiaram."

Fonte: Hindustan Times.

- Intolerância (de novo)

No mês passado Shahrukh Khan deu declarações sobre a intolerância no país (isso virou moda?). Desde então, políticos de extrema direita fizeram uma intensa campanha para boicotar a estreia de Dilwale e suas sessões. A mídia não noticiou tanto o assunto quanto fez com os protestos contra Bajirao Mastani. Varun Dhawan ficou incomodado com o silêncio:

"Nossa estreia não foi tranquila. Não foi uma estreia normal. As pessoas na imprensa sabiam disso, mas não escreveram a respeito por algum motivo. As pessoas ficam nos dizendo para defender alguma coisa, mas quando o fazemos, não recebemos o apoio da imprensa ou da fraternidade do cinema. Isso me magoa. Senti-me mal pela coisa toda."

Fonte: Bollywood Hungama.

- Lá vem bebê?

Na semana passada falei sobre os rumores de uma segunda gravidez de Genelia e Riteish Deshmukh. Agora foi feito este flagra:



Façam suas apostas.

Fonte: Bollywood Life.

- Soldadinho apaixonado

Foi revelado o visual de Shahid Kapoor no filme Rangoon, de Vishal Bhardwaj (Omkara, Haider). A história é sobre um triângulo amoroso durante a Segunda Guerra Mundial. Shahid será um soldado e os outros protagonistas são Saif Ali Khan e Kangana Ranaut.



Fonte: Koimoi.

- A Índia, ela é muito louca

Tudo o que vou escrever agora é o que acabei de ler. Nunca tinha ouvido falar disso.

Kajol era conhecida há anos como a bela de pela escura (!) de Bollywood. Sua beleza sempre foi diferente das de suas contemporâneas: pele escura, monocelhas e pouco senso de estilo. Isso mudou drasticamente desde que apareceu nos primeiros trailers de Dilwale e levou a especulações sobre a atriz ter feito tratamentos para embranquecer a pele. Kajol negou tudo. Segundo ela, sua pele era mais escura por ter passado anos trabalhando sob o sol. Como hoje não passa mais por isso, sua pele teria perdido o bronzeado e retornado à cor natural.

"Já consegui isso (sucesso e estrelato). Por que eu clarearia a minha pele agora?"

Faz sentido.



Fonte: Quartz.

- Durona

Priyanka Chopra viverá uma policial durona no filme Jai Gangaajal, dirigido por Prakash Jha (Raajneeti). Mas a moça também é durona na vida real e não aceita abusos.

"Eu dou muitas bofetadas. Acho que uma vez um fã se comportou mal comigo. Eu saí do meu trailer quando estava filmando Anjaani Anjaani. Ele simplesmente veio e agarrou meus braços. Eu sou muito boa tirando fotos e tudo o mais, mas não gosto de ser tocada fisicamente. Então ele apenas agarrou meu braço e começou a pedir fotos. Eu fiquei muito assustada, então agarrei a gola dele e dei um tapa. Então fiquei muito assustada e saí correndo."

Priya falou um pouco sobre sua visão de feminismo, o assunto da moda.

"Sou uma feminista extreamente orgulhosa. Sou alguém que acredita que o feminismo é apenas uma conversa sobre igualdade. Não é sobre odiar ou criticar homens. Por eras, as mulheres foram tratadas como cidadãs de segunda classe e já passou da hora de recebermos o devido crédito."

Aí ela foi lá e cagou tudo falou um pouco sobre "feminilidade".

"A coisa mais importante era ainda ser feminina enquanto fazia um papel difícil como o de uma policial. Como mulher, é muito importante celebrar a feminilidade e ainda estar em uma posição de autoridade. Eu gostei de fazer o papel. Foi muito diferente para mim."

Assista ao trailer do filme aqui.

Fonte: Hindustan Times.

- Adeus

Faleceu Sadhana, uma das maiores atrizes do cinema indiano. Ela lutava contra um câncer há alguns anos e faleceu na sexta-feira, no Natal. A atriz Waheeda Rehman falou um pouco sobre a vida da amiga e seus últimos momentos:

"Ela falou comigo há dois dias. Eu tinha acabado de assistir a Bajirao Mastani e ela queria saber todos os detalhes. E agora ela se foi. Ela é a segunda amiga querida que perdi este ano, depois da Nanda. E a coisa mais assustadora é que Nanda faleceu em 25 de março. Sadhana também morreu no dia 25. Isto é assustador.

Acho que uma pessoa parte quando tem que ser. Sadhana era uma amiga muito querida. Como a Nanda, Sadhana era uma reclusa. Nós podíamos falar o que pensávamos e sentíamos umas para as outras sem medo.

Ela era uma lutadora e passou a maior parte da vida lutando contra as adversidades. Ela tinha uma excelente carreira quando adoeceu com um problema na tireóide. Ela era casada, mas não tinha filhos. Ela não teve muita felicidade na vida. Nós fizemos apenas um filme juntas. Compartilhamos uma amizade muito longe da profissão. Eu sentirei falta dela."

Fica aqui um de seus clipes clássicos para quem quiser conhecê-la ou lembrá-la.



Fonte: Bollywood Hungama.

É isso por hoje. Até a próxima!


Há cinco anos eu estava num dilema: já tinha o blog Kabhi Kabhie...Bollywood com a Isa, onde escrevíamos nossas resenhas de filmes a quatro mãos. O problema é que a entusiasta de filmes antigos era eu. O que fazer para escrever sobre eles sem encher o nosso blog conjunto? Foi quando decidi criar meu próprio cantinho. E aí nasceu o Deewan...não, não. Foi quando nasceu o Vivendo na Velha Bolly.




Fala sério: esses banners eram muito legais.

E cá estava eu, escrevendo em português sobre Rishi Kapoor, Madhubala e Waheeda Rehman. Fiquei tão feliz! O medo de o conteúdo não ser bom o suficiente fez com que eu mostrasse o blog somente para os amigos mais próximos, mas nem isso diminuiu minha alegria por finalmente ter onde depositar meus pensamentos sobre Bollywood.

Numa noite ou madrugada aleatória da vida, estava eu no MSN conversando com Pedrinho e uma palavra veio à minha cabeça: Deewaneando. Foi simples e idiota assim. Me apaixonei pela palavra, ignorei o fato de que dificultaria as buscas pelo blog - pois qualquer coisa com "Bollywood" ou "Indiano" no nome seria muito mais fácil de encontrar - e mudei tudo. Criei o novo endereço e comecei a falar sobre o que eu quisesse: filmes antigos, novos, desabafos.

Nível de maturidade: pessoa com foto de Parvarish mandando desenho da
Chandramukhi para pessoa com foto da Katrina Kaif mirim.

A faculdade muitas vezes me afastou do blog (alô, prioridades) e só recentemente consegui manter um ritmo mais regular de postagens. Foi quando refiz a página do blog no Facebook e minha relação com leitores mudou drasticamente. Na página antiga eu postava notícias e comentava uma ou outra coisa. Agora o nível de interação é outro. Além de me comunicar com as pessoas o tempo todo e estar fazendo amizades, aceito muitas sugestões que o público dá ao blog. Até a estrutura da Aconteceu em Bolly veio de sugestões.

Por tudo isso, nada mais justo que trazer quem me ajuda para o aniversário natalino do Deewaneando. Trouxe para cá os pedidos que vocês colocaram na árvore de Natal do Deewaneando e de Bollywood!

Começando pelo responsável pela minha primeira fonte de informações sobre cinema indiano no
Sim, o Ibirá usou essa imagem.
Brasil: Ibirá Machado, do Cinema Indiano.

Quero de bollywood novas fronteiras rompidas e experimentadas, sem perder a ternura, e do Deewaneando que exploda em criatividade!

Desejos da Jo, que anda alegrando as vidas de vocês com Idhu Kadhala:

De Bollywood eu quero mais surpresas,  mais ousadia mais fantasia, genialidade. Haider, PK, DDD. Do Deewaneando, que continue fiel aos seus princípios, qualidade e criatividade, marca registrada da página! E que arrase este ano!

A Isa do Mania de Bolly desejou evolução:

Eu desejo muitas risadas, músicas boas e atores de que gosto cada vez melhorando mais!

Esses foram os desejos da Myllena, que vai odiar o fato eu eu ter escrito o nome dela inteiro. É provavelmente a única pessoa a desejar isso do Shahrukh Khan:

De Bolly, SRK em mais filmes de ação, não romances. Espero os romances como o Hamari que eu adorei... filmes poderosos como Bajirao. 

Deewaneando, espero o ótimo conteúdo, as entrevistas, a coluna de fofocas e que ele continue maravilhoso.


Novo lançamento: Sonhos de Myllena.

A Valquíria Ortiz desejou coisas boas a todos nós!

De Bolly, muito amor e esperança para nos inspirar na vida e do Deewaneando, muita cobertura dos filmes e pessoas igualmente maravilhosas que compõem a comunidade que ama o cinema indiano! Vida longa para nós!

A Kátia fez um desejo que em breve será realizado fora daqui...aguardem! E ela também foi ambiciosa.

Do Deewaneando quero mais fofocas e a histórias dos atores, sabe os babados antigos! De Bolly quero mais SRK e Kajol juntos , quero 2 mil filmes por ano!


#VaiTer2MilFilmes

A Mirella Prandini basicamente preencheu o conteúdo do blog para 2016. Valeu, Mirella!

Sobre Bolly...bem que ela podia voltar a fazer uma comédia, sem muito drama pesado, romance água com açúcar com "profundidade" e músicas boas como Yeh Jawaani Hai Deewani e Humpty Sharma Ki Dulhania... tá fazendo falta também.

E ah! Um post com curiosidades Bolly, ou um "passeio profundo" pelo Koffee with Karan Johar também seria bom.

Ah! Você também podia fazer um post como "por trás de bolly / a verdade por trás de bolly" Sei lá...desmascarar alguns queridinhos também seria bom. Pronto...juro que parei.

I want you back
Esse foi o carinho da Belle com o blog. E concordo com ela, certos talentos não podem ficar tanto tempo afastados. Desejo que ela consiga uma internet melhor:

De Bollywood quero filmes bons, simples assim! Queria que a Madhuri Dixit fizesse filmes (cadê ela?) e que fizessem muito sucesso! Também quero mais Ranveer, Deepika, Aamir Khan!

Deewaneando: amo o bom humor, parece um bate papo, um encontro de amigas e amigos e eu ali, no cantinho, tímida como sou observando e captando essa energia! Amo resenhas, embora muitos filmes eu não consiga assistir por não saber um segundo idioma e net tartaruga, PC compartilhado e etc.

A Karla Vasconcelos desejou uma coisa muito legal e eu a incentivei a fazer. Omiti essa parte para não estragar a surpresa. Aguardem, que vem coisa boa por aí. E claro, ela não poderia deixar de pedir Madhuri.

De Bolly eu desejo que Madhuri volte às telinhas e do Deewa, eu desejo que ele continue maravilhoso: com mais entrevistas, coluna de fofocas e resenhas de filmes.

A Ludmila Gonçalves - que eu chamo de Lud porque sim - frequentemente tem que me aguentar falando sobre a cantora do #éhoje, mas ainda assim foi gentil e me deu mais boas ideias. As pessoas, elas são fofas. E pacientes.

Nossa, difícil pra mim. Pra ser sincera, eu ainda sou muito nova nesse mundo bollywoodiano, então eu não sei te falar o que faltou, o que deve melhorar, ou continuar como está em relação aos filmes. Sou completamente leiga. Só espero que a Deepika continue fazendo filmes incríveis. 

Eu espero que você continue postando as coisas com essa mesma simpatia linda que tem. Nunca pare o "Aconteceu em Bolly", melhor quadro ever. Faça mais resenhas de filmes. Uma lista de filmes que uma pessoa leiga precisa assistir também seria bom, principalmente os antigos.


Matando a concorrência. 

A Arita já é minha parceira de inbox (Bajirao Mastani pra sempre) e teve uma percepção bastante acurada sobre o potencial de tretas da internet:

Adoraria que Bolly "chegasse" no Brasil. E Deewaneando...não sei, gosto do atual modelo, gosto das críticas e acho bem elaborado. Poderia dizer para aumentar o número de pessoas e interações, mas fico pensando que isso aumenta os problemas. Juro que se tivesse uma crítica específica faria.

A Sara do Divã de uma Bollygirl lembrou de algo muito importante: a mulher.

De Bollywood, eu espero que as mulheres sejam reconhecidas pelo que são e pelo que querem ser e com menos machões pagando de auto-suficientes e donos de TODAS as situações. Além de filmes épicos/históricos decentes. 

E do Deewanwando, que nunca perca o espírito sutil de preencher nossas vidas com alegria de suas postagens, como também possa continuar nos apresentando aquelas coisinhas que ninguém percebe, como um dia me apresentou a velha Bollywood. E claro, não esquecendo da Dona Carol (dona? hahaha) que tem de alguma forma mantido o espírito vivo e por ele nos incentivado a amar Bollywood muito mais. 

Também sinto falta de vocês...

A Raina Costa também não esqueceu de quem precisa ser mais lembrado:

Eu espero que Bollywood melhore a representatividade das mulheres, que exista mais roteiros que realmente valorize a mulher e as minorias da índia. Bom, para o Deewaneando desejo mais reviews, e uma fonte com visão crítica de Bolly e de amor por essa indústria com que conta com poucas fontes em português.

A Raquel pediu ao Papai Noel tudo a que tinha direito! Eu sinceramente desejo para o Deewaneando tudo o que ela desejou, hahah. Sobre os gifs, até posso inserir um ou outro como já fiz no post de Chandni. 

Quanto aos desejos para Bollywood, assino embaixo principalmente do clamor pela justiça...

Para Bolly eu desejo: 

1 - Um ano de muitos filmes bons para todos os artistas. 
2 - Justiça! Artistas não são "deuses".
3 - Mais SRKAJOL infinito e além (risos)
4 - Nada de briga por ator A ou B.
5 – Que o Brasil descubra Bolly de uma vez por todas! Assim posso ter a esperança de ver os artistas por aqui. O momento com Ami e Abhi foi só um gostinho bom.

Para Deewaneando eu desejo:

1 – Muita saúde para blogueira.
2 – Muita FOFOCA! (risos)
3 – Amizade entre os leitores.
4 – Post de filmes com gif.... Será que rola? 
5 – Que a blogueira consiga uma entrevista com algum artista indiana.


Quem foi que pediu justiça? QUERO NOMES!

A Simone Moraes fez um apelo pela originalidade em Bollywood e por um outro povo excluído: os usuários de 3G.

De Bolly, que retomem o romantismo sem tanta repetição de jodis. Do Deewaneando, que aproximem cada vez mais os posts do blog com os posts da página no face. Não querendo que um seja esquecido para dar mais espaço ao outro, uma vez que são formatos diferentes, apenas para que nós possamos acompanhar mais quando usamos o 3G.

Quero indicação de filmes, bons filmes, e especificando, sem spoiller, o porquê que vale à pena ou não de vê -los.



#reconhecimentojá
A Carol Rodriguez desejou o que falta: reconhecimento.

Ao Deewaneando, eu desejo muito sucesso, e vários posts hilários que nem os de 2015, hahaha. Você é sensacional! E claro, que mais bollyfãs apareçam e aumentem o time de seguidoras do Deewaneando! 

Para Bolly, eu desejo estréias de filmes envolventes, que mexam com a gente...nos deixem loucas pra assistir e discutir sobre tal, hahaha. E que essa enorme indústria de filmes que Bollywood é, seja mais reconhecida no nosso país. Poxa, tanto filme e trilha sonora boa! Hehe



A Caroline Souza do Bollywood...Ana fez desejos que poderiam muito bem ser os meus próprios. Conversamos tanto depois disso que foi até difícil encontrar a mensagem com os pedidos!

De Bollywood...bem, eu desejo que 2016 seja um ano de mais reconhecimento para as mulheres, seria muito legal ver um filme onde as maiores atrizes se juntam. Também que a Farah Khan dirija mais um filme, porque são as produções dela que dão aquele brilho a vida (risos), que tenha mais filmes lindos que dão vontade de rever várias vezes e masalas do tipo Rowdy Rathore.

Bem, agora do Deewaneando...eu desejo mais resenhas de filmes antigos, que a Aconteceu em Bolly continue, mais resenhas dos filmes do Akshay (vai, tem uns filmes bons dele) e muita postagem com treta, porque sem treta não vivemos (risos). Bem, meus desejos para 2016 .


5 anos de um amor irracional por mim


A Claudia Luz (nossa Nana!) tem uma doçura difícil de expressar.

De Bolly, espero filmes de encher os olhos, tipo esse filme tão esperado, Bajirao Mastani. Faz lembrar os velhos tempos, Do Deewaneando, quiz! Porque todo o resto é sempre perfeito, vejo carinho em cada letrinha.

O #teamtwitter (a rede social superior) não faltou. A Marcelle Cristina desejou para Bollywood o que todos nós queremos porque #DeepVeer é vida. E para o Deewaneando, esse pedido ela já tinha feito antes e foi a salvação dos posts sobre livros que farei em breve para vocês.

De Bollywood eu espero mais trabalhos dos meus mozões Deepika e Ranveer porque tá pouco. Para o blog, eu acho que seria legal colocar a ideia das citações dos livros em prática. Assim, os leitores vão sempre estar aprendendo coisinhas novas sobre a Índia.

Obs: achei importante te dizer que o corretor corrigiu Deepika para Depila.

Pensaram que acabou o ship #DeepVeer? Haha, pobres crianças inocentes. São esses os desejos da Del, autora do bem escrito e absolutamente visitável Bonjour Circus.

Pro Deewaneando quero mais posts durante a semana e mais colunas sobre os famosos! Ele é a única fonte brasileira de Bollywood que conheço e o acho muito importante. Pra Bollywood peço mais parcerias com SRK e Sanjay Leela Bhansali e o casamento de Deepika Padukone.


Somos os reis do ship! *risadas maléficas*
A menina Maria falou pouco e disse tudo:

Estou em todas
Pro Deewaneando que tu continue com esse trabalho maravilhoso que tu vem fazendo. Que nunca falte inspiração pros teus posts e que tu consiga cada vez mas admiradores e leitores ❤

E pra Bollywood, bem (risos) menos treta, mais amor. Que Ranveer e Deepika finalmente assumam o romance e se casem de vez, que tenham mais personagens/filmes, como a Meenama e Chennai Express representando a cultura do Sul, que Madhuri, Aishwarya e Vidya façam uns filmes fodas e que os críticos parem de dar atenção aos filmes meia boca e vão dar atenção  àqueles que realmente importam.




Natal é o momento de lembrar daquilo por que somos gratos. Eu sou muito grata por todas as boas pessoas que me cercam. Obrigada pelas ideias, conversas e piadas dos últimos cinco anos. Que venham mais e possamos continuar nos divertindo e aprendendo juntos. Feliz Natal!
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"DEEWANEANDO"?

Devanear = divagar, imaginar, fantasiar. Deewani = louca, maluca. Deewaneando = pensar aleatória e loucamente sobre cinema indiano.

Meu nome é Carol e sou a maior bollynerd que você vai conhecer! O Deewaneando existe desde 2010 e guarda todo o meu amor pelo cinema indiano, especialmente Bollywood - o cinema hindi. Dos filmes antigos aos mais recentes, aqui e no Bollywoodcast, seguirei devaneando sobre Bollywood.

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